quinta-feira, 11 de março de 2010

La Paz / BO


Conhecemos muitos brasileiros, fizemos boas amizades, logo que chegamos fomos em busca de um hostil que estava no roteiro, mas este estava cheio, dai o taxista nos levou ao hotel Torino, excelente! Baño caliente, quartos quentes e agradáveis, na manhã seguinte a que chegamos fomos visitar as ruinas de Tiahuanaco [foto], um ótimo guia e belas fotos da arte dessa civilização que antecedeu aos incas.
                                                            
Depois veio um belo almoço com direito a truta e carne de llama - comparei com salmão e boi, depois, mais adiante na viagem percebi que aquela tinha sido muito bem preparada, pois com o tempo o sabor da carne de llama deixou de ser tão agradável.
Na refeição sentamos com duas brasileiras, com as quais falamos coisas sobre dar valor ao que temos, e sobre tantas refeições horríveis que tivemos e o quão aquela estava maravilhosa. 

Depois do almoço fomos a feiras artesanais, conhecemos a feira de las Bruxas, compramos gorros, luvas, cachecois, eu comprei uma bela capa de violão toda feita a mão, e um xadrez para dar a um bom amigo, Espanhóis x Incas. Nosso grupo de 4 foi a 13...todos brasileiros com roteiros semelhantes, pagamos relativamente barato para dormir, 40 b/ (10 reais) e comíamos por 15 b/ uma deliciosas refeições em um sofisticado restaurante ao lado do hotel.

NATAL longe da familia não é tão legal, passeamos e percebemos como o Natal é algo familiar.


na manhã seguinte dia 26/12 cedo subimos Chacaltaya [foto] - muito frio, muita neve, nunca senti tanto frio na minha vida, a dormência tomou conta de meus meus dedos dos pés e das mãos, e só voltaram ao estado normal 2h depois. Enquanto subíamos ouvia-se o som de trovões e muita neve a cair, o pior momento foi a descida, muito escorregadia e não se via mais nada, só o infinito branco...


...e por toda esquina se ouve: Pollo, Polloo, Pooolloooooo...

:D difícil querer comer frango ouvindo tanto seu nome. A altitude é tensa, nosso hotel se localizava em uma ladeira, sempre que saiamos demorávamos muito pra voltar, cada passo era um sacrifico, ainda mais subindo, acostumado a fazer as coisas rápido, sofri! dava um pulo pra subir as escadas e não aguentava dar nem mais um passo, parava pra respirar, muita falta de ar, o frio também não ajudava, tive febre a noite, a garganta não tinha piedade de nós.

Saímos as 15:30 com destino a Copacabana, pagamos barato por uma viagem longa, atravessando o Lago Titicaca. Nós, brasileiros, ocupávamos uma boa parte do ônibus, éramos muitos e estávamos unidos, só se ouvia o português.




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